Eu quero ser uma igreja diferente.
A igreja que eu quero ser não tem hora de culto,
o culto nem é uma cerimônia.
A igreja que eu quero ser cultua em todo tempo
porque cultua com a vida, vivendo.
A igreja que eu quero ser não é de parede e teto,
ela é feita por mim e por você.
É feita de gente, e gente imperfeita.
Gente que erra, gente que falha,
gente que tropeça.
É feita de gente que ama e que ama ser amado.
Gente que sorri mas que também chora.
Gente que sofre com as mazelas do mundo.
A igreja que eu quero ser é uma igreja
que se importa com a fome, com o sofrimento.
A igreja que eu quero ser sente a fome do faminto,
sente a sede do sedento, sente o frio do desabrigado,
sente a dor do doente.
A igreja que eu quero ser mostra o caminho da salvação,
mas não tem os direitos da via nem cobra o pedágio da ponte.
A igreja que eu quero ser ilumina a estrada como um farol,
para que todos possam passar pela ponte, e a ponte é Jesus.
A igreja que eu quero ser não tem nome,
não tem placa nem mesmo uma sede.
Ela está em mim e está em você.
Quem a governa é Deus
e o seu credo não está decorado.
A base dessa igreja é o amor, o amor não fingido.
Nessa igreja não tem banco, nem mesmo liturgia.
Nessa igreja você não precisa baixar a cabeça pra falar com Deus.
Ali você deve ficar de olhos bem abertos ao ouvir a voz de Deus,
pois ele te manda olhar para o lado, te manda ver o teu irmão.
Nessa igreja pouco importa a duração do culto,
pois o culto dura o tempo todo.
Importa mesmo é que você seja essa igreja.
Você não precisa de roupa certa para vir nessa igreja.
Não importa o que você tem pintado na sua pele,
nem mesmo importa a sua pele.
Nessa igreja todos somos igreja.
Também não há cargos ou obrigações nessa igreja,
você não é obrigado a nada.
Eu quero ser essa igreja, eu estou tentando…
Fonte: libertosdoopressor.blogspot.com
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Radical
Nos momentos de adrenalina, de muita onda e contato com a natureza, o relacionamento com Deus é essencial. As situações radicais experimentadas pelos esportistas fazem-nos pensar em uma vida de extremos — o que realmente ocorre —, mas nos levam também a examinar o real significado de ser radical.
Primeiramente, existe o pensamento secular de que, para ser radical, é necessário ser “maluco”, ultrapassar os limites e viver uma vida desregrada. Para os partidários dessa idéia, o radicalismo está associado a noites em claro, regadas a drogas e a uma condição de destaque no convívio social por esse tipo de “façanha”.
O que a Bíblia nos orienta, no entanto, é exatamente o contrário:.ser radical não é fazer o que a massa já faz, mas remar contra a maré. A vida radical, de acordo com os princípios bíblicos, sugere a idéia de que, se todos estão se destruindo por meio das drogas, você é aquele(a) que tem saúde, cuja vida é focada, que não precisa de aditivos para ser feliz e ter paz no coração.
Do mesmo modo, se ninguém tem religião e todos acham que isso não deve ser levado em consideração, você é aquele(a) que tem um relacionamento com Deus, que tem uma vida de oração, de leitura da Palavra de Deus, e cuja vida é iluminada em função disso.
Ser radical é viver contra as coisas que o mundo nos dita como certas. É saber que, enquanto todos procuram o maior número possível de parceiros, o número maior possível de “baladas”, você está junto da(o) sua/seu namorada(o), almejando constituir uma família, procurando fazer aquilo que é correto. Isso também lhe dá a segurança de ter uma pessoa que o(a) ama, que cuida de você e o(a) protege e que deseja honrá-lo(a) e respeitá-lo(a).
Ser radical é saber que tudo o que Deus tem para as nossas vidas, por mais que pareça diferente daquilo que o mundo oferece, vai lhe trazer benefícios e ajudá-lo(a) a ficar mais próximo de Deus. Ser radical é não se deixar influenciar por uma cultura que nos ensina o que é contrário a Deus e permitir-se influenciar pela cultura da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, uma vez que ela foi escrita para nos revelar a vontade do Criador para o ser humano.
E, se foi Ele quem nos criou, ninguém melhor do que Ele para saber qual a melhor maneira de vivermos. Por isso, radicalize todos os aspectos da sua vida, principalmente o espiritual. Busque Deus de todo o seu coração e procure transformar a sua vontade de radicalizar em santidade, em seriedade com relação às coisas espirituais, em um pacto, uma aliança verdadeira com Deus. Isso o(a) levará a uma nova condição e você, em pouco tempo, perceberá que vale a pena confiar em Deus, vale a pena confiar na Sua Palavra, vale a pena ser radical.
Fique na paz,
Ap. Rina
Primeiramente, existe o pensamento secular de que, para ser radical, é necessário ser “maluco”, ultrapassar os limites e viver uma vida desregrada. Para os partidários dessa idéia, o radicalismo está associado a noites em claro, regadas a drogas e a uma condição de destaque no convívio social por esse tipo de “façanha”.
O que a Bíblia nos orienta, no entanto, é exatamente o contrário:.ser radical não é fazer o que a massa já faz, mas remar contra a maré. A vida radical, de acordo com os princípios bíblicos, sugere a idéia de que, se todos estão se destruindo por meio das drogas, você é aquele(a) que tem saúde, cuja vida é focada, que não precisa de aditivos para ser feliz e ter paz no coração.
Do mesmo modo, se ninguém tem religião e todos acham que isso não deve ser levado em consideração, você é aquele(a) que tem um relacionamento com Deus, que tem uma vida de oração, de leitura da Palavra de Deus, e cuja vida é iluminada em função disso.
Ser radical é viver contra as coisas que o mundo nos dita como certas. É saber que, enquanto todos procuram o maior número possível de parceiros, o número maior possível de “baladas”, você está junto da(o) sua/seu namorada(o), almejando constituir uma família, procurando fazer aquilo que é correto. Isso também lhe dá a segurança de ter uma pessoa que o(a) ama, que cuida de você e o(a) protege e que deseja honrá-lo(a) e respeitá-lo(a).
Ser radical é saber que tudo o que Deus tem para as nossas vidas, por mais que pareça diferente daquilo que o mundo oferece, vai lhe trazer benefícios e ajudá-lo(a) a ficar mais próximo de Deus. Ser radical é não se deixar influenciar por uma cultura que nos ensina o que é contrário a Deus e permitir-se influenciar pela cultura da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, uma vez que ela foi escrita para nos revelar a vontade do Criador para o ser humano.
E, se foi Ele quem nos criou, ninguém melhor do que Ele para saber qual a melhor maneira de vivermos. Por isso, radicalize todos os aspectos da sua vida, principalmente o espiritual. Busque Deus de todo o seu coração e procure transformar a sua vontade de radicalizar em santidade, em seriedade com relação às coisas espirituais, em um pacto, uma aliança verdadeira com Deus. Isso o(a) levará a uma nova condição e você, em pouco tempo, perceberá que vale a pena confiar em Deus, vale a pena confiar na Sua Palavra, vale a pena ser radical.
Fique na paz,
Ap. Rina
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Casar pra quê?
Acabo de assistir uma sessão de café filosófico, aquele programa exibido pela TV Cultura… Nesta sessão, o psicanalista Jurandir Freire Costa discorre sobre o tema: “ a paixão vista pelo enamorado”… O cara me deixou quase louco com tanta informação, me levando pra muito além do tema…
Eu acho lindo quando vejo conceitos bíblicos sendo salientados e confirmados pelo comportamento social. Numa passada rápida por alguns conceitos, vejo alguns valores fundamentais em constante mutação, nesse caso, nota-se todo um mosaico que, num passado longo, compunha as vigas de base da concepção familiar, o contexto social dela e as implicações do amor romântico nesse contexto, sendo substituídos por um senso de independência e singularidade individual…
Antes se considerava válido sofrer por amor, dispensar alguns prazeres individuais para formar uma família, dado o fato que a família era considerada o esteio da sociedade, e a sustentação das tradições eram prioritárias… De alguma forma, havia nesse conceito de família uma preocupação com as gerações futuras e o bem estar da prole com figuras claras de autoridade e tradição. Mesmo que sob parâmetros patriarcais muitas vezes totalitários, se formavam consciências de respeito e altruísmo positivas.
Hoje, principalmente depois da década de 40, (fim da segunda guerra) e mais saliente depois dos anos 60, todo esse conceito de vida em família foi substituído por um conceito de liberdade individual, onde cada indivíduo tem o pleno direito de se estabelecer só, isso é, não há necessidade de comprometimento, nem do estreitamento de algumas relações interpessoais. O sexo é livre, a América é livre, ninguém é de ninguém e todos são o que plenamente querem ser! Substituimos um conceito de poligamia tão polêmico por monogamias temporárias, em práticas como sexo casual, ficadas esporádicas e amores eternos de férias… Por consequência disso, o amor romântico ficou refém da realização pessoal, e o “start” familiar também. Várias gerações cresceram sem parâmetros de socialização, de maneira que a ‘liberdade’ individual se tornou uma quase obrigação social. Nosso senso de valores de sofrimento mudou… Onde antes se fazia válido sofrer pela família em função do futuro da prole e da sociedade, agora se faz coerente sofrer de solidão pela realização pessoal e satisfação individual.
No frigir dos óvos, criamos todo um equipamento social que suporta e incentiva esse discurso, como disk pizzas, fast foods, inúmeros canais de relacionamento online, programas de entretenimento exclusivos para solteiros, dentre outras tantas ferramentas, que geram a superficial sensação de auto-suficiência, e bem-estar sem compromentimento, excluindo a participação primária de um todo familiar…
Nosso contexto social contemporâneo quase nos impõe um comportamento individualista, mas é fato que os fatores de aceitação, doação, carinho, compreensão, afeto, confiança, dentre outros tão essenciais a natureza humana, ainda não ganharam nenhum equipamento equivalente para substituição, digo, o senso de Amor, tanto o romântico que gera o start, e o fraterno que sustenta e dá continuidade à família, ainda não foram substituídos. Numa ilustração pertinente, o preletor cita um ditado alemão que diz: “A dor compartilhada, vale pela metade… mas a alegria compartilhada, vale pelo dobro”… Esse é um conceito cada vez mais extinto… afinal, ninguém merece escutar nossos problemas e bla bla blas! Pagamos psicológos pra quê, senão dividir problemas e compartilhar conselhos?
As consequências do senso individualista são sérias! Nas palavras do psicanalista, “vivemos numa sociedade sem figuras de autoridade, logo, sem tradição e conseqüentemente sem passado. No tocante à isso, uma cultura sem passado é coveira de si mesmo”
Infelizmente esse quadro é quase irreversível, e isso já era previsto. Lá em apocalipse a Bíblia é clara quando diz que o “amor de muitos se esfriaria” e também que a “sexualidade aumentaria, mas não nasceriam filhos”… - Continuando o raciocínio do início, é fantástico ver como a Bíblia é coerente em tudo e como o comportamento da humanidade confirma isso a cada dia…
Pensando nisso tudo, tenho a idéia de que a igreja contemporânea, principalmente no Brasil, deve estar apta a suprir essa carência de senso familiar conseqüente de todas essas tendências sociais, orientando o mundo sobre amor romântico, amor fraterno e em essência primária, sobre o amor ao próximo… Minha inquietação reside em como?
Se a sociedade é um reflexo mais amplo da família, e a família é um reflexo direto de seus indivíduos, dentro dessa seqüência, vejo uma reforma de valores pessoais e a manutenção do caráter individual, talvez mais importante que a realização de programas sociais e campanhas de grande abrangência…
Desde o Gênesis, a falsa necessidade de independência nos distancia de Deus e de nossos reais valores. Fazemos parte de um movimento disposto a mudar o mundo! Mas precisamos nos compor de pessoas que tem primeiro a disposição de mudar a si mesmas. Uma vez que dentro da igreja e de famílias excepcionais, ainda somos influenciados ao extremo pelo discurso individualista.
Eu ando me perguntando; se são meus valores que geram minhas atitudes e determinam o impacto e o tipo de mudanças que eu vou causar. O que tenho feito pra melhorar isso e ser mais efetivo na causa pela qual eu me dei à lutar ?
Em suma, o psicanalista Jurandir, disse que a Bíblia está certa mesmo, e que eu preciso orar mais!
–
Isaque Veríssimo
Eu acho lindo quando vejo conceitos bíblicos sendo salientados e confirmados pelo comportamento social. Numa passada rápida por alguns conceitos, vejo alguns valores fundamentais em constante mutação, nesse caso, nota-se todo um mosaico que, num passado longo, compunha as vigas de base da concepção familiar, o contexto social dela e as implicações do amor romântico nesse contexto, sendo substituídos por um senso de independência e singularidade individual…
Antes se considerava válido sofrer por amor, dispensar alguns prazeres individuais para formar uma família, dado o fato que a família era considerada o esteio da sociedade, e a sustentação das tradições eram prioritárias… De alguma forma, havia nesse conceito de família uma preocupação com as gerações futuras e o bem estar da prole com figuras claras de autoridade e tradição. Mesmo que sob parâmetros patriarcais muitas vezes totalitários, se formavam consciências de respeito e altruísmo positivas.
Hoje, principalmente depois da década de 40, (fim da segunda guerra) e mais saliente depois dos anos 60, todo esse conceito de vida em família foi substituído por um conceito de liberdade individual, onde cada indivíduo tem o pleno direito de se estabelecer só, isso é, não há necessidade de comprometimento, nem do estreitamento de algumas relações interpessoais. O sexo é livre, a América é livre, ninguém é de ninguém e todos são o que plenamente querem ser! Substituimos um conceito de poligamia tão polêmico por monogamias temporárias, em práticas como sexo casual, ficadas esporádicas e amores eternos de férias… Por consequência disso, o amor romântico ficou refém da realização pessoal, e o “start” familiar também. Várias gerações cresceram sem parâmetros de socialização, de maneira que a ‘liberdade’ individual se tornou uma quase obrigação social. Nosso senso de valores de sofrimento mudou… Onde antes se fazia válido sofrer pela família em função do futuro da prole e da sociedade, agora se faz coerente sofrer de solidão pela realização pessoal e satisfação individual.
No frigir dos óvos, criamos todo um equipamento social que suporta e incentiva esse discurso, como disk pizzas, fast foods, inúmeros canais de relacionamento online, programas de entretenimento exclusivos para solteiros, dentre outras tantas ferramentas, que geram a superficial sensação de auto-suficiência, e bem-estar sem compromentimento, excluindo a participação primária de um todo familiar…
Nosso contexto social contemporâneo quase nos impõe um comportamento individualista, mas é fato que os fatores de aceitação, doação, carinho, compreensão, afeto, confiança, dentre outros tão essenciais a natureza humana, ainda não ganharam nenhum equipamento equivalente para substituição, digo, o senso de Amor, tanto o romântico que gera o start, e o fraterno que sustenta e dá continuidade à família, ainda não foram substituídos. Numa ilustração pertinente, o preletor cita um ditado alemão que diz: “A dor compartilhada, vale pela metade… mas a alegria compartilhada, vale pelo dobro”… Esse é um conceito cada vez mais extinto… afinal, ninguém merece escutar nossos problemas e bla bla blas! Pagamos psicológos pra quê, senão dividir problemas e compartilhar conselhos?
As consequências do senso individualista são sérias! Nas palavras do psicanalista, “vivemos numa sociedade sem figuras de autoridade, logo, sem tradição e conseqüentemente sem passado. No tocante à isso, uma cultura sem passado é coveira de si mesmo”
Infelizmente esse quadro é quase irreversível, e isso já era previsto. Lá em apocalipse a Bíblia é clara quando diz que o “amor de muitos se esfriaria” e também que a “sexualidade aumentaria, mas não nasceriam filhos”… - Continuando o raciocínio do início, é fantástico ver como a Bíblia é coerente em tudo e como o comportamento da humanidade confirma isso a cada dia…
Pensando nisso tudo, tenho a idéia de que a igreja contemporânea, principalmente no Brasil, deve estar apta a suprir essa carência de senso familiar conseqüente de todas essas tendências sociais, orientando o mundo sobre amor romântico, amor fraterno e em essência primária, sobre o amor ao próximo… Minha inquietação reside em como?
Se a sociedade é um reflexo mais amplo da família, e a família é um reflexo direto de seus indivíduos, dentro dessa seqüência, vejo uma reforma de valores pessoais e a manutenção do caráter individual, talvez mais importante que a realização de programas sociais e campanhas de grande abrangência…
Desde o Gênesis, a falsa necessidade de independência nos distancia de Deus e de nossos reais valores. Fazemos parte de um movimento disposto a mudar o mundo! Mas precisamos nos compor de pessoas que tem primeiro a disposição de mudar a si mesmas. Uma vez que dentro da igreja e de famílias excepcionais, ainda somos influenciados ao extremo pelo discurso individualista.
Eu ando me perguntando; se são meus valores que geram minhas atitudes e determinam o impacto e o tipo de mudanças que eu vou causar. O que tenho feito pra melhorar isso e ser mais efetivo na causa pela qual eu me dei à lutar ?
Em suma, o psicanalista Jurandir, disse que a Bíblia está certa mesmo, e que eu preciso orar mais!
–
Isaque Veríssimo
O Justo Calor
Por entre as muitas pedras desta jornada
Por entre os espinhos,
Sem ter fixa morada...
Vou andando,
Admirando o belo da criação.
Amando,
O Deus da minha salvação!
Ainda que haja dias sombrios
E a alma habite no inverno.
Ainda que longos sejam os dias frios
O gelo não será eterno.
O Sol da Justiça já brilha
E tudo há de revelar.
A que é do Diabo filha
Logo irá se acabar!
E quando cair a mentira
A verdade reinará.
Não haverá espaço para a calúnia
E a difamação findará!
Os mentirosos serão humilhados
E os de mau desígnio derrotados.
O Juiz se levantará
E sua justa sentença prevalecerá!
Fonte: SBKAUER
Por entre os espinhos,
Sem ter fixa morada...
Vou andando,
Admirando o belo da criação.
Amando,
O Deus da minha salvação!
Ainda que haja dias sombrios
E a alma habite no inverno.
Ainda que longos sejam os dias frios
O gelo não será eterno.
O Sol da Justiça já brilha
E tudo há de revelar.
A que é do Diabo filha
Logo irá se acabar!
E quando cair a mentira
A verdade reinará.
Não haverá espaço para a calúnia
E a difamação findará!
Os mentirosos serão humilhados
E os de mau desígnio derrotados.
O Juiz se levantará
E sua justa sentença prevalecerá!
Fonte: SBKAUER
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