quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Coração dividido
“Se é de todo o vosso coração que voltais ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o coração ao Senhor”. I Sm 7.3
Sabe como você quebra o ciclo de derrotas na sua vida?
Preparando o coração ao senhor.
Israelitas e Filisteus estavam em conflito direto entre si.
Os filisteus queriam expandir seus territórios
Viviam guerreando.
Numa dessas batalhas, Israel sofrera uma derrota humilhante.
Eli, Hofni e Finéias, todos eles sacerdotes, foram mortos.
Israel teve território invadido e a arca fora tomada.
Quando devolvida, passaram se vinte anos para o povo começar a clamar a Deus.
Israel estava cansado de ser subjugado.
E o ciclo de derrota tinha de ser quebrado.
Mas havia um problema.
Israel não servia somente a Deus.
Astarotes, baalins e deuses estranhos também eram adorados.
Imaginem a bagunça.
Clamavam a Deus, mas, serviam a outros deuses.
Não tinha como serem ouvidos.
Samuel então convoca o povo.
E pede para eles tirarem os deuses estranhos.
Preparar o coração ao Senhor e servir a Ele só.
Foi o que fizeram.
Venceram os filisteus e tomaram seus territórios de volta.
Nós temos a tendência de escondermos pecados em nossas vidas.
Coisas simples, mas que, impedem nossas orações de serem respondidas.
Escondemos ídolos em nossos corações.
E fingimos que está tudo bem.
Fingimos até pra Deus.
Como se Ele não soubesse o que há em nossos corações.
Israel clamava, mas também adorava astarotes e baalins.
Não adiantava.
Precisava “preparar o coração”.
Identificar os ídolos.
E lança-los fora.
Qual é o seu ídolo?
O que tem tomado o lugar de Deus na sua vida?
O trabalho? Namorada? Hobby?
Coisas simples podem tomar o lugar de Deus.
Ídolo é tudo aquilo que toma o lugar dEle nas nossas vidas.
Faz querermos as coisas mais do que Ele.
Deixamos Deus para segundo plano.
Fazemos as coisas e deixamos Deus por último.
E Ele tem que ser a primazia nas nossas vidas.
Essas coisas deixam de serem ídolos quando colocamos Deus em primeiro lugar.
Podemos perder cada um deles.
Nem nos importamos.
Porque temos o mais importante.
Mas quando temos ídolos.
Logo nos apavoramos quando perdemos um.
Ficamos preocupados demais com status, diversão, emprego e sentimentos.
E não sabemos por que vivemos na derrota.
Precisamos quebrar o ciclo.
Colocando Deus em primeiro lugar.
Amando-O e praticando a sua palavra.
Assim vamos ver o ciclo ser quebrado.
E ver Deus dando tudo o que precisamos.
Porque Ele sabe que o que Ele nos der, não vai se tornar um ídolo.
Lee Rocha
Sabe como você quebra o ciclo de derrotas na sua vida?
Preparando o coração ao senhor.
Israelitas e Filisteus estavam em conflito direto entre si.
Os filisteus queriam expandir seus territórios
Viviam guerreando.
Numa dessas batalhas, Israel sofrera uma derrota humilhante.
Eli, Hofni e Finéias, todos eles sacerdotes, foram mortos.
Israel teve território invadido e a arca fora tomada.
Quando devolvida, passaram se vinte anos para o povo começar a clamar a Deus.
Israel estava cansado de ser subjugado.
E o ciclo de derrota tinha de ser quebrado.
Mas havia um problema.
Israel não servia somente a Deus.
Astarotes, baalins e deuses estranhos também eram adorados.
Imaginem a bagunça.
Clamavam a Deus, mas, serviam a outros deuses.
Não tinha como serem ouvidos.
Samuel então convoca o povo.
E pede para eles tirarem os deuses estranhos.
Preparar o coração ao Senhor e servir a Ele só.
Foi o que fizeram.
Venceram os filisteus e tomaram seus territórios de volta.
Nós temos a tendência de escondermos pecados em nossas vidas.
Coisas simples, mas que, impedem nossas orações de serem respondidas.
Escondemos ídolos em nossos corações.
E fingimos que está tudo bem.
Fingimos até pra Deus.
Como se Ele não soubesse o que há em nossos corações.
Israel clamava, mas também adorava astarotes e baalins.
Não adiantava.
Precisava “preparar o coração”.
Identificar os ídolos.
E lança-los fora.
Qual é o seu ídolo?
O que tem tomado o lugar de Deus na sua vida?
O trabalho? Namorada? Hobby?
Coisas simples podem tomar o lugar de Deus.
Ídolo é tudo aquilo que toma o lugar dEle nas nossas vidas.
Faz querermos as coisas mais do que Ele.
Deixamos Deus para segundo plano.
Fazemos as coisas e deixamos Deus por último.
E Ele tem que ser a primazia nas nossas vidas.
Essas coisas deixam de serem ídolos quando colocamos Deus em primeiro lugar.
Podemos perder cada um deles.
Nem nos importamos.
Porque temos o mais importante.
Mas quando temos ídolos.
Logo nos apavoramos quando perdemos um.
Ficamos preocupados demais com status, diversão, emprego e sentimentos.
E não sabemos por que vivemos na derrota.
Precisamos quebrar o ciclo.
Colocando Deus em primeiro lugar.
Amando-O e praticando a sua palavra.
Assim vamos ver o ciclo ser quebrado.
E ver Deus dando tudo o que precisamos.
Porque Ele sabe que o que Ele nos der, não vai se tornar um ídolo.
Lee Rocha
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
O adorador e sua oferta
“Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o Senhor.” I Sm 2.12
Desde os tempos em que Abel ofereceu a gordura dos primogênitos do seu rebanho, sabe-se que as melhores partes são reservadas ao Senhor.
O animal a ser sacrificado não podia ter defeito.
Os hebreus separavam as primícias e ofertavam.
Princípios de sacrifícios e ofertas foram ensinados ao povo por Moizés.
Mas nem sempre esses princípios eram obedecidos.
Eli e seus filhos eram sacerdotes de Israel e, portanto responsáveis também pelos sacrifícios oferecidos pelo povo ao Senhor.
Mas, eles negligenciavam aquilo que faziam e em conseqüência o povo desprezava a oferta do Senhor.
“Eles não se importavam”.
“Eles desprezavam”.
Hoje em dia nós abusamos da graça.
Talvez até por falta de entendimento.
Não damos o nosso melhor para o Senhor.
Nosso serviço na igreja é cheio de falhas.
Fazemos de qualquer maneira.
No meu caso a música, o louvor.
Fico imaginando se Deus exigisse a mesma diligência hoje.
Como seria oferecer algo para Deus?
Será que Deus ficaria satisfeito comigo?
Não.
O meu desempenho tem que ser o melhor.
Tenho que gastar tempo fazendo os exercícios chatos de guitarra para oferecer o melhor a Deus.
Tenho que ser excelente em tudo.
Dar o meu melhor naquilo que faço.
Seja no trabalho, em casa, no quê eu for fazer.
Porque faço para Deus.
É o meu sacrifício.
Mas, não tenho me importado com o Senhor.
Tenho desprezado a oferta.
Não quero oferecer qualquer coisa no altar.
Não quero oferecer fogo estranho.
Quero que Deus aceite minha oferta.
Por que Ele pode desprezar.
Como ele fez com a oferta de Caim.
Tenho que ser diligente para alcançar o melhor timbre de guitarra.
Maior perfeição.
Por que meu louvor é oferta oferecida no altar de Deus.
O som que sai da minha guitarra entra na eternidade.
E não pode ser qualquer ruído.
Tem que ser perfeito.
Agradável a Deus.
Algo que me custe.
Lee Rocha
Desde os tempos em que Abel ofereceu a gordura dos primogênitos do seu rebanho, sabe-se que as melhores partes são reservadas ao Senhor.
O animal a ser sacrificado não podia ter defeito.
Os hebreus separavam as primícias e ofertavam.
Princípios de sacrifícios e ofertas foram ensinados ao povo por Moizés.
Mas nem sempre esses princípios eram obedecidos.
Eli e seus filhos eram sacerdotes de Israel e, portanto responsáveis também pelos sacrifícios oferecidos pelo povo ao Senhor.
Mas, eles negligenciavam aquilo que faziam e em conseqüência o povo desprezava a oferta do Senhor.
“Eles não se importavam”.
“Eles desprezavam”.
Hoje em dia nós abusamos da graça.
Talvez até por falta de entendimento.
Não damos o nosso melhor para o Senhor.
Nosso serviço na igreja é cheio de falhas.
Fazemos de qualquer maneira.
No meu caso a música, o louvor.
Fico imaginando se Deus exigisse a mesma diligência hoje.
Como seria oferecer algo para Deus?
Será que Deus ficaria satisfeito comigo?
Não.
O meu desempenho tem que ser o melhor.
Tenho que gastar tempo fazendo os exercícios chatos de guitarra para oferecer o melhor a Deus.
Tenho que ser excelente em tudo.
Dar o meu melhor naquilo que faço.
Seja no trabalho, em casa, no quê eu for fazer.
Porque faço para Deus.
É o meu sacrifício.
Mas, não tenho me importado com o Senhor.
Tenho desprezado a oferta.
Não quero oferecer qualquer coisa no altar.
Não quero oferecer fogo estranho.
Quero que Deus aceite minha oferta.
Por que Ele pode desprezar.
Como ele fez com a oferta de Caim.
Tenho que ser diligente para alcançar o melhor timbre de guitarra.
Maior perfeição.
Por que meu louvor é oferta oferecida no altar de Deus.
O som que sai da minha guitarra entra na eternidade.
E não pode ser qualquer ruído.
Tem que ser perfeito.
Agradável a Deus.
Algo que me custe.
Lee Rocha
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Na caverna
“Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.” Lc. 15
Os publicanos eram pessoas designadas pelos romanos para cobrar impostos dos judeus.
Porem coletavam mais do que o combinado e a diferença ficavam entre eles.
Eram pessoas desonestas.
Como alguns fiscais do governo de hoje aqui no Brasil. (posso falar porque trabalho com contabilidade e sei como é a fama deles)
Eles não eram bem vistos pelos judeus comuns.
Muito menos pelos escribas e fariseus.
Não sei por qual razão, mas esses publicanos junto com os pecadores se aproximaram de Jesus.
Jesus poderia fazer como os religiosos da época.
Os escribas não se misturavam com os pecadores.
Nem poderiam ensina-los.
Uma regra rabínica sustentava que “uma pessoa não pode associar-se com homens ímpios”.
Por isso murmuravam contra Jesus.
Ele pouco importava se eram publicanos, pecadores ou quem for.
Ele tinha uma missão.
Não estava preocupado em ser bem visto.
Não se preocupava com o que diziam dele.
Jesus era diferente dos religiosos da época.
Jesus, fariseu e escribas freqüentavam os mesmos lugares.
Ele também ensinava nas sinagogas.
Lugar onde escribas e fariseus também freqüentavam.
E a mensagem de Jesus era diferente da deles.
Ele não tinha medo de escribas nem de fariseus.
Importava se apenas em agradar ao Pai.
Eu também quero estar entre os piores.
Quero estar entre os fracos.
Quero estar entre os doentes.
Quero ser luz entre eles.
Quero que sejam alcançados pelo amor de Deus.
Isso me lembra de um episódio na vida de Davi.
Ele fugindo de Saul foi parar na caverna.
Juntaram se a ele pessoas diferentes também.
Dali saiu um poderoso exército.
Eu quero ser assim.
Estar na caverna em meio a pessoas marginalizadas.
Na caverna é onde os valentes são forjados.
Não vou me importar com o que vão dizer de mim.
A minha missão é agradar a Deus.
Não vivo para agradar a homens.
Não vivo para ser bem visto entre eles.
Vivo para Deus.
A minha vida pertence a Ele.
E só o que me importa é se eu estou fazendo a vontade dEle.
Se Deus está feliz comigo, então pra mim está tudo bem.
Por Lee Rocha
Os publicanos eram pessoas designadas pelos romanos para cobrar impostos dos judeus.
Porem coletavam mais do que o combinado e a diferença ficavam entre eles.
Eram pessoas desonestas.
Como alguns fiscais do governo de hoje aqui no Brasil. (posso falar porque trabalho com contabilidade e sei como é a fama deles)
Eles não eram bem vistos pelos judeus comuns.
Muito menos pelos escribas e fariseus.
Não sei por qual razão, mas esses publicanos junto com os pecadores se aproximaram de Jesus.
Jesus poderia fazer como os religiosos da época.
Os escribas não se misturavam com os pecadores.
Nem poderiam ensina-los.
Uma regra rabínica sustentava que “uma pessoa não pode associar-se com homens ímpios”.
Por isso murmuravam contra Jesus.
Ele pouco importava se eram publicanos, pecadores ou quem for.
Ele tinha uma missão.
Não estava preocupado em ser bem visto.
Não se preocupava com o que diziam dele.
Jesus era diferente dos religiosos da época.
Jesus, fariseu e escribas freqüentavam os mesmos lugares.
Ele também ensinava nas sinagogas.
Lugar onde escribas e fariseus também freqüentavam.
E a mensagem de Jesus era diferente da deles.
Ele não tinha medo de escribas nem de fariseus.
Importava se apenas em agradar ao Pai.
Eu também quero estar entre os piores.
Quero estar entre os fracos.
Quero estar entre os doentes.
Quero ser luz entre eles.
Quero que sejam alcançados pelo amor de Deus.
Isso me lembra de um episódio na vida de Davi.
Ele fugindo de Saul foi parar na caverna.
Juntaram se a ele pessoas diferentes também.
Dali saiu um poderoso exército.
Eu quero ser assim.
Estar na caverna em meio a pessoas marginalizadas.
Na caverna é onde os valentes são forjados.
Não vou me importar com o que vão dizer de mim.
A minha missão é agradar a Deus.
Não vivo para agradar a homens.
Não vivo para ser bem visto entre eles.
Vivo para Deus.
A minha vida pertence a Ele.
E só o que me importa é se eu estou fazendo a vontade dEle.
Se Deus está feliz comigo, então pra mim está tudo bem.
Por Lee Rocha
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